Segundo o juiz, é o primeiro caso no Brasil. Maílton e Wilson mantêm uma relação homoafetiva há 15 anos, convertida em casamento civil no ano passado. Através do Centro de Reprodução Humana no Recife, uma prima de Maílton recebeu o sêmen dele e deu à luz a Maria Tereza. Ela assinou um documento se comprometendo a não reivindicar a maternidade da criança. A menina nasceu no dia 29 de janeiro. A partir de então, o casal entrou na Justiça com pedido de registro indicando a segunda paternidade, a de Wilson, já que a de Maílton é a biológica, e o Judiciário reconheceu o pedido.
Anderson Lima,
Abraço"


Grandes Merda. O importante é que não conseguem ser diferente.
ResponderExcluirse querem ser pai ou mae pq não casam como é pra ser, e não de um jeito desses ai,Deus fez o macho e a femea, mais o mundo ja esta perdido mesmo.
ResponderExcluir