As informações são coletadas por meio de pesquisas de campo, formulários e o cruzamento de bases oficiais. Esse mapeamento revela desde o número de empresas formalizadas até a geração de empregos diretos, servindo como suporte fundamental para o mercado. “Nós temos informações referentes ao campo da hotelaria, da agência de viagens, de empresas que trabalham com passeios, de empresas que prestam serviços de consultoria, enfim”, esclarece o coordenador.

Para além dos números brutos, o Observatório traduz os dados em boletins e relatórios técnicos. O objetivo é simplificar a compreensão para que o poder público possa planejar políticas e a iniciativa privada possa investir com maior segurança. “Uma gama enorme de informações que ficam disponíveis e também são traduzidas em análises […] para facilitar a compreensão das pessoas e fundamentalmente subsidiar as decisões do poder público e também dos investimentos provenientes da iniciativa privada”, completa Borges.

No litoral, o foco central do visitante é a experiência, com destaque absoluto para o Delta do Parnaíba. Os dados revelam que o setor não apenas se recuperou dos impactos globais recentes, mas já opera em patamares superiores aos de anos anteriores. “Aqui no litoral do Piauí e também no estado inteiro, há uma tendência já de alguns anos de que o setor cresça. […] Já retornamos ao período pré-pandêmico e já ultrapassamos as marcas desse período. Então o turismo vem crescendo, ano a ano o estado do Piauí vem cada vez mais se consolidando no cenário nacional e no cenário internacional”, afirma Vicente Borges.

Com gestão e inteligência, o Piauí qualifica seus serviços para competir no mercado global. O resultado dessa estratégia vai além dos mapas e gráficos: reflete-se diretamente na geração de emprego e renda para a população local.

Para acessar os dados do Observatório de Inteligência Turística, clique aqui.

Fonte: PCN