28 de jul. de 2026

Ação integrada entre Polícia Civil e PM prende foragido da Justiça de Parnaíba em Teresina

Uma ação integrada entre a Polícia Civil do Piauí e a Polícia Militar resultou na prisão de um homem considerado foragido da Justiça, na segunda-feira (27), em Teresina. A captura foi possível após informações repassadas pelo Serviço de Inteligência do 2º Batalhão da PM, sediado em Parnaíba, ao comando do Batalhão de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRone/BPROCAM) na capital.

O preso foi identificado como Pedro Henrique Costa Sousa, de 22 anos. Contra ele havia dois mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Parnaíba. Após ser localizado em um imóvel na zona Leste de Teresina, ele foi conduzido à Central de Flagrantes.

Em nota, a Polícia Civil informou que a prisão foi resultado de uma investigação conduzida pela 2ª Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) de Parnaíba, com apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil e da Polícia Militar do Piauí.

Segundo a corporação, o investigado é apontado como suspeito de envolvimento em diversos crimes patrimoniais praticados em Parnaíba, o que motivou a decretação das prisões preventivas pelo Poder Judiciário.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações apuram a suposta prática dos crimes de roubo majorado, extorsão mediante restrição da liberdade da vítima (conhecida como "sequestro-relâmpago"), associação criminosa e corrupção de menores.

Ainda conforme a polícia, Pedro Henrique já havia sido conduzido anteriormente à Central de Flagrantes de Parnaíba por ocorrências relacionadas à receptação de uma motocicleta e de um aparelho celular com registro de roubo.

A Polícia Civil destacou que a prisão representa mais um resultado da integração entre as forças de segurança pública, reforçando o trabalho de compartilhamento de informações de inteligência e cooperação operacional no combate aos crimes patrimoniais.

O caso seguirá tramitando na Justiça. A prisão preventiva tem caráter cautelar e não representa condenação, sendo assegurados ao investigado o direito ao contraditório e à ampla defesa.

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