6 de jun. de 2026

Soltura de mãe criminosa gera indignação, até nojo


Gerou onda de indignação a decisão lacradora da juíza que deu “perdão judicial” à mãe omissa do garoto de 4 anos espancado até a morte pelo padrasto. A juíza citou “perseguição implacável” e “desproporcional” contra a criminosa, e viu a revolta pelo crime “claramente discriminatória de gênero” e “influenciada pela cultura patriarcal”. A sentença provocou nojo no procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro e fez o pai de Henry, Leniel Borel, concluir: é “a terceira morte” do filho. O MP recorrerá.

Ativismo judicial

Rocha Monteiro combate o crime no Rio de Janeiro há 40 anos e nunca viu nada parecido: “É a justiça transformada em militância identitária.”

Inversão de valores

O assassino tomou 43 anos, o que lhe dá o direito a recurso, e a mãe cúmplice, que foi ao salão após o enterro, é “vítima da cultura patriarcal”.

Alô, CNJ

Revoltaram o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) alegações de gênero para perdoar ré condenada por omissão no assassinato do próprio filho.(Diário do Poder)

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