8 de abr. de 2026

Não foi eu que escolhi o jornalismo, foi ele que me escolheu.

Em todas as etapas, em todas as idades, em todas as cidades. No digital, na TV, no rádio, no impresso ou nas pautas da rua.

Sempre que me perguntam “quando você descobriu que queria ser jornalista?”, eu até penso… mas a resposta sempre esteve ali.

Quis ser jornalista quando debatia com professores nas aulas. Quando fazia questão de apresentar trabalhos. Quando sentava pra ouvir histórias e fazia amizade fácil com qualquer pessoa.

Sem saber, eu já praticava o básico: o quê? quem? como? quando? onde?

Mas, na verdade, eu escolho ser jornalista todos os dias. Já adulta. Sabendo que é uma profissão difícil, desafiadora, que exige entrega total.

A gente lida com vidas, com fatos, com histórias que precisam ser contadas com responsabilidade.

E quando erra… dói. E fica marcado.

Mas mesmo assim, eu não seria outra coisa.

Meu olho brilha. Meu coração acelera. E quando dá certo, é uma sensação que não dá pra explicar. E quando não dá… a certeza é uma só: amanhã eu faço melhor.

Que alegria viver isso. Que privilégio trilhar esse caminho.

A vida é bonita quando a gente faz o que ama.

— Jornalista Lívia Pessoa

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