O Ministério Público Federal instaurou um inquérito para investigar a contratação de um escritório de advocacia, sem licitação, pela Prefeitura de Ilha Grande, administrada pela prefeita Marina Brito (PP). A medida consta na portaria do dia 30 de março de 2026, assinada pelo procurador da República Saulo Linhares da Rocha.
De acordo com o documento, o objetivo da investigação é apurar
possíveis irregularidades na contratação do escritório para ajuizamento de ação
contra a União, com foco no recebimento de diferenças do Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).
Foto:
Lucas Dias/GP1
Prefeita de Ilha Grande, Marina Brito
Além disso, o MPF busca garantir que os recursos oriundos do
Fundef sejam aplicados exclusivamente em ações voltadas à manutenção e
desenvolvimento da educação no município.
A apuração tem como base informações encaminhadas pela
Procuradoria da República no Distrito Federal, relacionadas ao cumprimento de
sentença em ação civil pública que condenou a União a ressarcir valores ao
fundo educacional. O processo tramita na Justiça Federal e envolve a execução
de um título judicial favorável ao município piauiense.
Na portaria, o procurador destaca a necessidade de aprofundamento
das investigações, com a formalização do inquérito civil, que ficará vinculado
à 1ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF.
Outro
lado
Procurada pelo GP1, a
prefeita Marina Brito não se manifestou até o momento. O espaço está aberto
para esclarecimentos.


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