O jornalista Arimatéia Azevedo foi internado após decisão da Justiça que determinou a revogação de sua prisão domiciliar e o retorno ao sistema prisional. A decisão foi assinada nessa quinta-feira (19) pelo juiz Marcus Klinger Madeira de Vasconcelos. A medida foi proferida de ofício, sem que houvesse provocação ou pedido para o retorno à cadeia.
Atualmente, o jornalista cumpria prisão domiciliar com base em laudo pericial que apontava doença coronariana e doença vascular periférica, com colocação de stent, além de hipertensão sistêmica e diabetes. À época, o documento também indicava a impossibilidade de tratamento adequado no sistema prisional.
Arimateia Azevedo
Pedido de
indulto negado
A defesa de
Arimatéia Azevedo apresentou pedido de indulto com base no Decreto nº 12.790,
de 22 de dezembro de 2025, que concede indulto natalino e comutação de pena. O
benefício, previsto no chamado “indulto de 2025”, estabelece critérios
específicos para pessoas com doenças graves ou deficiências.
O indulto é
um ato de clemência concedido pelo Presidente da República, por meio de decreto
anual, que define as condições para sua aplicação. No pedido, o apenado alegou
que suas condições de saúde o enquadrariam no artigo 9º, inciso XVI, alínea “d”
do decreto.



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