O novo salário mínimo nacional começa a valer nesta quinta-feira, 1º de janeiro, em todo o Brasil. Fixado em R$ 1.621, o valor representa um aumento de R$ 103 em relação ao piso anterior, que era de R$ 1.518, e passa a ser referência para salários, aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.
O
reajuste foi definido a partir da política de valorização do salário mínimo,
que considera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o desempenho da
economia. O índice acumulado em 12 meses até novembro foi de 4,18%, percentual
utilizado como base para a correção inflacionária.
Além
da recomposição da inflação, o cálculo incorpora o crescimento econômico de
dois anos antes, respeitando os limites estabelecidos pelo arcabouço fiscal,
que impõe teto ao ganho real. Com isso, o aumento total ficou em 6,79%,
percentual aplicado ao novo valor que entra em vigor neste início de ano.
Segundo
estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese), o reajuste deve movimentar bilhões de reais na
economia brasileira, com reflexos diretos no consumo, na arrecadação e na renda
de milhões de trabalhadores e beneficiários da Previdência Social.



Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comente essa postagem
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.