Coitada da minha TV. Foram quinze anos de serviço ininterrupto no meu escritório, sempre firme, sempre presente, enfrentando todas as inimagináveis tentativas da Equatorial de eliminá-la ao longo desse tempo. Brava guerreira, resistiu como pôde. Lutou muito.
Mas, por volta das quatro da madrugada de hoje, ela não suportou o golpe final. Bastaram os primeiros pingos de chuva caindo lá fora para que a energia, mais uma vez, caísse abruptamente. O impacto foi certeiro: minha fiel TV não resistiu. Mais uma, imagino que entre dezenas, a ser sacrificada pela instabilidade elétrica que acomete a cidade nas madrugadas chuvosas.
É o fim de linha.
Foram muitos anos de serviços prestados a este jornalista, servindo tanto ao entretenimento quanto ao trabalho diário. Uma perda que, embora material, carrega certa saudade de um equipamento que fez parte da rotina, das madrugadas de escrita e das horas de notícias.
Valeu, companheira. Obrigado por tudo.



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