Durante entrevista ao Programa Flagrante e ao Blog do Pessoa, Sandra Costa e Aquila Tur as pacientes compartilharam suas histórias e destacaram os desafios de quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que causa dores intensas, fadiga, distúrbios do sono, ansiedade e outros sintomas que afetam tanto a parte física quanto a psicológica.
Sandra Costa relatou que descobriu a doença em 2019, após sentir dores estranhas no corpo e buscar atendimento médico. O diagnóstico veio junto com chikungunya, e desde então sua vida mudou bastante.
“O que não é fibromialgia? Não é preguiça, não é falta de Deus, não é dor psicológica, não é coisa de pessoa fraca, nem problema de velho. Isso era pensamento retrógrado. Hoje sabemos que é uma síndrome, uma desregulação do processamento da dor”, explicou a médica entrevistada.
Ela reforçou que o tratamento não tem cura e costuma ser caro, exigindo acompanhamento com reumatologista, ortopedista, psiquiatra, psicólogo, além de atividades físicas e terapias complementares como acupuntura.
Diante dessa realidade, pacientes estão articulando a criação de uma Associação de Fibromiálgicos, que terá como missão:
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Promover o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes;
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Defender os direitos das pessoas com fibromialgia;
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Oferecer apoio emocional e prático;
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Conscientizar a sociedade sobre a doença;
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Lutar por melhores condições de tratamento e acesso aos serviços de saúde, públicos e privados.
Com o avanço de leis municipais e federais de reconhecimento da fibromialgia, a expectativa é que a associação seja um marco importante na defesa dessa causa em Parnaíba e região.





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