25 de jan. de 2025

Defesa pede revogação de prisão de suspeito de envenenamento familiar no litoral do Piauí

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A defesa de Francisco de Assis Pereira da Costa, 53 anos, preso como principal suspeito de envenenar a própria família em Parnaíba, litoral do Piauí, solicitou a revogação da prisão preventiva. O advogado de Francisco informou que o pedido foi protocolado e que a morte de Maria Jocilene da Silva fortalece a linha de defesa. Maria Jocilene, que consumiu café na residência onde ocorreram os casos de envenenamento, faleceu nesta sexta-feira (24/01 no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), embora a causa do óbito ainda não tenha sido divulgada.

“O pedido não foi protocolado hoje. A defesa sempre acreditou na inocência do seu Francisco de Assis e, diante desse novo envenenamento ocorrido na data do dia 22, na mesma residência, isso só reforça a inocência do seu Francisco de Assis. Ele enclausurado não tinha a mínima possibilidade de praticar esse novo delito. Então é necessária a conclusão das investigações para que aponte o verdadeiro autor dos crimes que vêm sendo praticados em face de diversas vítimas”, declarou o advogado Antônio de Pádua Cardoso.

A polícia informou que Francisco confessou ter um relacionamento difícil com os enteados, especialmente com Francisca. No entanto, o advogado afirma que a prisão foi injusta, já que não há provas concretas que comprovem o envolvimento dele nos envenenamentos.

“Eu, como advogado de defesa do Sr. Francisco de Assis, sempre pontuei que essa prisão é totalmente injusta. É uma prisão baseada em presunções e não em indícios de autoria”, enfatizou.

A morte de Maria Jocilene reacendeu as dúvidas sobre o caso. Ela foi hospitalizada na quarta-feira (22/01) após sentir-se mal na casa onde os envenenamentos ocorreram. Seu óbito ocorreu pouco depois da confirmação da morte de Maria Gabriela, de apenas 4 anos.

O Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), informou que a causa do óbito será divulgada após as investigações. Seu estado de saúde era considerado grave. Até o momento, a Polícia Civil não emitiu declarações sobre o caso.

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