Servidores públicos estaduais exporam alarmados a possível falta de atendimento do Plano de Saúde Tratamento e Assistência (Plamta), que há muitos anos sobrevive na UTI, sem o repasse mensal aos hospitais e clínicas e também sem fazer reajuste. Por este e outros motivos, no próximo dia 30, os hospitais e clínicas do Piauí que atendem pelo Plamta farão o descredenciamento coletivo.
A informação foi divulgada na tarde desta segunda-feira (18) pelo diretor geral do Hospital São Marcos de Teresina, Joaquim Barbosa de Almeida, que fez uma postagem sobre o assunto no perfil pessoal dele do Facebook. A informação é de que a decisão já foi protocolada. Mesmo sendo mensalmente descontado o valor do plano de saúde dos salários dos funcionários, o serviço é deficiente. De alguns, chega a ser descontado R$ 400,00.
“O Plamta está vivendo seus últimos dias. Os hospitais em 30 dias estarão, em bloco, se descredenciando (a notificação já foi protocolada). O motivo principal já é conhecido pelo público: ausência de pagamento, atrasos, falta de reajustes e as glosas feitas sem critério liquidaram a operação. Nenhum acordo hoje é mais viável, infelizmente. O governo tenta nos enganar prometendo cumprir com velhas promessas, mas ninguém, é mais bobo para acreditar”, diz a mensagem.
Por Luzia Paula
A informação foi divulgada na tarde desta segunda-feira (18) pelo diretor geral do Hospital São Marcos de Teresina, Joaquim Barbosa de Almeida, que fez uma postagem sobre o assunto no perfil pessoal dele do Facebook. A informação é de que a decisão já foi protocolada. Mesmo sendo mensalmente descontado o valor do plano de saúde dos salários dos funcionários, o serviço é deficiente. De alguns, chega a ser descontado R$ 400,00.
“O Plamta está vivendo seus últimos dias. Os hospitais em 30 dias estarão, em bloco, se descredenciando (a notificação já foi protocolada). O motivo principal já é conhecido pelo público: ausência de pagamento, atrasos, falta de reajustes e as glosas feitas sem critério liquidaram a operação. Nenhum acordo hoje é mais viável, infelizmente. O governo tenta nos enganar prometendo cumprir com velhas promessas, mas ninguém, é mais bobo para acreditar”, diz a mensagem.
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