Empresário declarou à Procuradoria-Geral da República que
'os saldos das contas vinculadas a Lula e Dilma eram formado
s pelos ajustes sucessivos de propina do esquema BNDES e
do esquema-gêmeo, que funcionava no âmbito dos fundos
Petros e Funcef'.
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| Lula e Dilma em março do ano passado, na cerimônia de posse de novos ministros da petista. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADÃO |
O termo de colaboração 1 do empresário Joesley Batista, do Grupo JBS, descreve o fluxo de duas ‘contas-correntes’ de propina no exterior, cujos beneficiários seriam os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. O empresário informou à Procuradoria-Geral da República que o saldo das duas contas bateu em US$ 150 milhões em 2014. Ele disse que o ex-ministro Guido Mantega (Fazenda/Governos Lula e Dilma) operava as contas.
A reportagem do Estadão confirmou com procuradores próximos ao caso que a conta estava em nome de empresas offshores em banco na Suíça. A utilização de offshores caracteriza, para os investigadores, tentativa de camuflagem dos reais beneficiários da conta.
Procurado, o Ministério Público da Suíça se recusou a comentar e afirmou que não daria informações sobre ‘pessoas investigadas ou não’ pela Procuradoria.
Fonte: Estadão on line




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