É provável que muito do que se diz ou se escreve na mídia sobre a composição do próximo governo do Piauí não passe de especulações. Porque dos nomes colocados em determinados cargos só se pode compreender que os especuladores não saibam efetivamente de nada do que esteja (ou estaria) pensando e decidindo o governador eleito Wellington Dias. Falam, por exemplo, na convocação do deputado eleito Gessivaldo Isaias para Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Com que currículo o pastor Gessivaldo poderia ser lembrado para ocupar cargo que exige antes de tudo conhecimento específico da área? Sabe-se que certas escolhas políticas não dependem desse quesito, mas Desenvolvimento Econômico é objeto de conversas continuadas com grupos econômicos ou pessoas que desejam investir no Estado. Desde o governo Mão Santa essa secretaria tem servido de moeda de troca e local de acomodação de caídos ou vitoriosos de menor quilate. Para mudar efetivamente, fazer diferente inclusive em relação às suas duas gestões, Wellington Dias tem que colocar nessa área pessoas que venham somar para o desenvolvimento do Piauí. Ou risque definitivamente essa secretaria do organograma da administração estadual. Extinguindo-a alivia o tesouro. Outras duas secretarias que se espera sejam ocupadas por técnicos, é a de Planejamento e a Segurança Pública. Por serem secretarias estratégicas, mandar para lá apenas dentro do jogo de acomodações político-eleitoral, não seria uma boa ideia. Em se tratando de provável especulação, Antônio Neto sobra na Secretaria de Planejamento e Fábio Abreu, na Segurança.(PORTALAZ)



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