22 de nov. de 2014
Calma!
O apocalipse ainda não chegou. E, certamente não será no Piauí que se verá isso, apesar dos pregoeiros de ordens não dadas, verdadeiros cavaleiros da desavença. O governador Wellington Dias, como se diz lá para as bandas de Paes Landim, tem se mostrado estradeiro, andando a passos firmes, cauteloso e prudente na busca de formatar o seu governo, o terceiro. Tem razão. Ele já conhece a estrada e os seus obstáculos. Porém, tem gente do primeiro andar do governo que anda espalhando a existência não somente dos problemas piauienses, mas sobretudo de um estado de terra arrasada, isto é o Piauí estaria administrável nessa nova jornada. Pode até ser. Afinal, apesar da comissão de transição, não se conhece a fundo os problemas. Mas essa cantilena é repetitiva. É aconselhável que os que chegam devem enfrentar o problema na sua real existência e não tentando demonstrar que o momento ê muito ruim. O mundo, o Brasil e o Piauí estão num contexto de transformação pelo impulso permeado pelas classe sociais sufocadas. Não se escolhe o terror puro e simples, pois, o que existe são as dificuldades naturais para todos. E aqui no Piauí há dificuldades para o governo que está e haverá mais ainda para o que virá, o que vai se instalar dia primeiro de janeiro vindouro. O que se vê, no entanto, é que tem muitas pessoas querendo bancar o ‘os cavaleiros do Apocalipse’ nessas horas. O Piauí precisa de pessoas otimistas
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