
Valdeci Cavalcante na Alepi - Foto: Marcelo Cardoso/GP1
Valdeci Cavalcante na Alepi - Foto: Marcelo Cardoso/GP1Ações da Águas do Piauí integram a Operação B-R-O-Bró e incluem extensão de rede e instalação de novos equipamentos
Entre as primeiras atividades estão o mapeamento e a sondagem da rede de abastecimento existente. O levantamento permitirá identificar as características da infraestrutura atual e reunir informações técnicas para a execução da extensão de rede prevista para a região.
Segundo Philippe Gomes, coordenador de Operações da Águas do Piauí, também serão instalados novos registros e ventosas na rede. “São equipamentos que contribuem para o controle e a segurança operacional do sistema, além de facilitar os procedimentos de manutenção. Com essas ações, buscamos melhorar a distribuição da água e oferecer mais segurança para o abastecimento”, explica.
As intervenções no Frei Higino ocorrem em paralelo às melhorias realizadas no sistema de captação e na Estação de Tratamento de Água (ETA 01), que atende à região. A atuação integrada busca fortalecer a produção e a distribuição de água, contribuindo para um abastecimento mais regular aos moradores.
O Bolsa Família terá novos valores a partir de outubro. O benefício mínimo garantido por família passará dos atuais R$ 600 para R$ 691, enquanto o valor médio estimado chegará a R$ 777.
O reajuste considera a variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. Os novos valores começam a valer na folha de outubro, com pagamentos a partir do dia 19.
A medida foi anunciada nesta quinta-feira (17), no Palácio do Planalto, e estabelecida pelo Decreto nº 13.120, de 17 de setembro de 2026.
A atualização dos benefícios está prevista na Lei nº 14.601/2023, que instituiu o atual Bolsa Família e autoriza o Poder Executivo a alterar os valores, com correções periódicas em intervalos de até 24 meses, sem possibilidade de redução.
Segundo o Governo Federal, o reajuste será acomodado dentro do espaço fiscal existente, sem ampliação do limite global de despesas. Para 2027, a proposta orçamentária encaminhada ao Congresso Nacional deverá ser ajustada para incorporar os novos valores dentro dos limites fiscais previstos.
Veja como ficam os valores
Com o reajuste, o Benefício de Renda de Cidadania, pago por integrante da família beneficiária, passa de R$ 142 para R$ 164.
O Benefício Primeira Infância sobe de R$ 150 para R$ 173 por criança com idade entre zero e sete anos incompletos.
Já o Benefício Variável Familiar passa de R$ 50 para R$ 58 por integrante que se enquadre nas condições previstas pelo programa, incluindo gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes nas faixas etárias estabelecidas pela legislação.
O Benefício Complementar, por sua vez, passa a assegurar que nenhuma família contemplada pelas regras gerais receba menos de R$ 691. Caso a soma dos demais benefícios fique abaixo desse patamar, será pago o valor necessário para alcançar o novo piso.
Isso significa que os R$ 691 não correspondem a um valor único para todas as famílias. O pagamento final depende da composição familiar e dos adicionais aos quais cada núcleo tem direito.
Cadastro Único
O reajuste ocorre em meio ao processo de qualificação do Cadastro Único. Desde 2023, o Governo Federal vem ampliando o cruzamento de informações com outras bases públicas e a análise de inconsistências cadastrais.
A estratégia busca identificar cadastros que não correspondem mais à realidade das famílias e, ao mesmo tempo, localizar pessoas que atendem aos critérios do Bolsa Família, mas ainda não estavam alcançadas pelo programa.
Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, a modernização do Cadastro Único e a integração das informações contribuíram para aumentar a eficiência do programa e direcionar os recursos às famílias que atendem aos critérios estabelecidos.
Na comparação com o primeiro levantamento do instituto, divulgado em 22 de agosto, Rafael oscilou de 56% para 55%. Joel, por sua vez, passou de 21% para 25%.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, o cenário ficou da seguinte forma:
– Rafael Fonteles (PT): 55% (tinha 56%)
– Joel Rodrigues (PP): 25% (tinha 21%)
– Dra. Lúcia Santos (PSDB): 2% (tinha 2%)
– Brancos ou nulos: 7% (eram 10%)
– Indecisos: 8% (eram 5%)
Professor Gisvaldo (PSOL), Elizeu Aguiar (NOVO), Santiago Belizário (UP) e Geraldo Carvalho (PSTU), que apareciam com 1% cada no levantamento de agosto, foram citados nesta nova rodada, mas não alcançaram 1% das intenções de voto.
Rejeição
O Datafolha também perguntou aos eleitores em quais candidatos eles não votariam de jeito nenhum. Joel Rodrigues registra 28% de rejeição, enquanto Rafael Fonteles aparece com 21%.
– Joel Rodrigues (PP): 28% (tinha 27%)
– Rafael Fonteles (PT): 21% (tinha 21%)
– Elizeu Aguiar (NOVO): 15% (tinha 23%)
– Santiago Belizário (UP): 12% (tinha 17%)
– Professor Gisvaldo (PSOL): 11% (tinha 17%)
– Dra. Lúcia Santos (PSDB): 11% (tinha 18%)
– Votaria em qualquer um: 3% (eram 3%)
– Rejeita todos: 3% (eram 4%)
– Não opinaram: 16% (eram 10%)
Aprovação do governo Rafael Fonteles
A pesquisa também mediu a percepção dos eleitores sobre a administração estadual. O governo Rafael Fonteles é aprovado por 70% dos entrevistados e desaprovado por 24%. Outros 6% não opinaram.
No levantamento anterior, a aprovação era de 72%, a desaprovação de 23% e 5% não haviam opinado.
– Aprova: 70% (eram 72%)
– Desaprova: 24% (eram 23%)
– Não opinou: 6% (eram 5%)
Na avaliação da gestão, 49% classificam o governo como ótimo ou bom, 33% como regular e 15% como ruim ou péssimo. Outros 4% não opinaram.
– Ótimo/Bom: 49% (eram 50%)
– Regular: 33% (eram 32%)
– Ruim/Péssimo: 15% (eram 14%)
– Não opinaram: 4% (eram 4%)
Dados da pesquisa
A pesquisa Datafolha foi contratada pela TV Clube e ouviu 826 eleitores entre os dias 14 e 16 de setembro de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PI-03643/2026.
Partido/federação cadeiras
Federação PT/PV/PCdoB - 13
MDB 08
PSD 04
Federação Progressistas/União 03
As duas vagas que sobram serão disputadas pelos partidos e federações com base nas maiores sobras de votos nos cálculos da proporcionalidade.(Tempo Real)
Segundo o Contran, a prorrogação é automática para CNH ou ACC vencidas no período estipulado, mesmo com a data do documento expirada. A deliberação do Contran alcança quem já estava na prorrogação anterior e quem teria o documento vencendo nos meses seguintes.
A prorrogação extraordinária beneficia exclusivamente condutores em situação regular, ficando expressamente excluídos da medida aqueles que estiverem com o direito de dirigir suspenso ou cassado. Com isso, a norma exige que motoristas penalizados cumpram integralmente suas sanções antes de regularizar o documento, informou o Contran.
Além disso, a deliberação também prevê a atualização de dados de médicos e psicólogos peritos examinadores no Renach (o Registro Nacional de Condutores Habilitados). Os Detrans dos Estados e do Distrito Federal têm até 30 dias, a partir da publicação, para atualizar os cadastros e os de entidades vinculadas.
De acordo com o Contran, a medida visa manter a situação cadastral vigente de profissionais e entidades habilitados para exames e avaliações.
Como a margem de erro máxima do levantamento é de 1,8 ponto
percentual, a diferença entre os candidatos está dentro do intervalo da margem
de erro. Os eleitores que declararam voto branco ou nulo somam 8%, enquanto 2%
não souberam ou não quiseram responder.
Foto:
Jefferson Rudy/Agência Senado e Marcelo Camargo/Agência Brasil
Flávio Bolsonaro e Lula
Na comparação com a rodada anterior, divulgada em 10 de setembro,
Lula oscilou de 45% para 44%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 47% para 46%.
Ao observar a série histórica do levantamento, o cenário mostra
uma mudança nas posições ao longo do ano. Em maio de 2026, Lula registrava 46%
das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparecia com 42% em uma
eventual disputa de segundo turno.
A pesquisa PoderData/Aya foi realizada entre os dias 13 e 16 de
setembro de 2026, por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram
entrevistados 3.000 eleitores em 623 municípios das 27 unidades da Federação. A
margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com
intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos próprios do PoderData e
está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo
BR-00360/2026.
A Polícia Civil encaminhou, na manhã desta quinta-feira (17), três homens para audiência de custódia na Comarca de Parnaíba, no litoral do Piauí.
Os conduzidos foram presos em flagrante e respondem, conforme as informações policiais, por crimes relacionados à Lei Maria da Penha.
Confira os enviados:
Antonio Ciele da Silva, 33 anos
Natural de Cocal (PI), foi preso em flagrante por ameaça, em ocorrência relacionada à Lei Maria da Penha.
Natanael Ferreira Miranda, 27 anos
Também natural de Cocal (PI), foi preso em flagrante por ameaça e por descumprimento de medida protetiva de urgência, no âmbito da Lei Maria da Penha.
Ryann Bruno de Souza, 20 anos
Natural de Parnaíba (PI), foi preso em flagrante por ameaça, em ocorrência relacionada à Lei Maria da Penha.
Após os procedimentos policiais, os três foram encaminhados para a audiência de custódia, onde a Justiça deverá analisar as circunstâncias e a legalidade das prisões.
Também fazem parte da rotina estratégias relacionadas ao uso do celular e à exposição de informações pessoais. Segundo a pesquisa, 88% evitam compartilhar dados pessoais ou localização nas redes sociais, enquanto 84% deixam de usar o celular na rua.
Outras 83% costumam avisar alguém sobre seus deslocamentos e horários, e o mesmo percentual evita sair à noite. Compartilhar a localização com pessoas de confiança é uma prática adotada por 77%.
Para Maíra Saruê, diretora de Pesquisa do Instituto Locomotiva, os resultados mostram que o medo influencia a maneira como as mulheres circulam pelas cidades.
Medo interfere em trabalho, estudo e lazer
A insegurança também tem consequências sobre decisões pessoais e profissionais. Segundo o levantamento, 45% das mulheres já deixaram de aproveitar alguma oportunidade de trabalho ou estudo por medo da violência.
A possibilidade de mudar de endereço também aparece entre os efeitos desse cenário: 44% afirmam já ter pensado em trocar de bairro ou cidade para viver em um local considerado mais seguro.
No lazer, 62% das mulheres disseram ter modificado seus hábitos por causa da insegurança. Outras 58% deixaram de frequentar lugares de que gostavam.
A sensação de insegurança é maior entre as mulheres. De acordo com o estudo, 94% delas se sentem inseguras no dia a dia, contra 84% dos homens. Nos deslocamentos, o receio de sofrer violência alcança 94% das mulheres e 90% dos homens.
O medo da violência interfere diretamente na rotina de 98% das mulheres brasileiras, que adotam algum tipo de estratégia para reduzir riscos no cotidiano. Oito em cada dez também afirmam já ter sido vítimas de alguma forma de violência, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (16).
Realizado pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber, o levantamento ouviu 1,5 mil pessoas com 16 anos ou mais entre 22 e 30 de abril de 2026.
Evitar lugares é principal estratégia
Vera Vieira, diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, afirma que a insegurança passou a influenciar escolhas e comportamentos cotidianos das mulheres.
Políticas de segurança são cobradas
As entrevistadas atribuem a diferentes instituições a responsabilidade pela prevenção da violência. As polícias Militar e Civil aparecem com 73% das menções, enquanto os governos federal e estadual são citados por 69% cada.
Apesar disso, a avaliação sobre a atuação dos órgãos públicos é negativa em parte significativa das respostas. O Legislativo registra 74% de avaliação negativa, seguido pelo governo estadual, com 72%.
O tema também aparece relacionado às eleições. Para 78% das mulheres ouvidas, propostas de combate à violência terão influência na decisão de voto nas próximas eleições.
A pesquisa aponta ainda que 93% consideram importante melhorar a infraestrutura urbana, incluindo transporte público e iluminação, além da criação de políticas específicas de proteção às mulheres.
Fonte: Correio Braziliense

A PAX UNIÃO, em nome das famílias enlutadas, cumpre o seu doloroso dever de comunicar o falecimento das seguintes pessoas:
1. FRANCISCO DAS CHAGAS FERREIRA, 52 anos de idade, falecido às 02h 30min do dia (16.09.2026) em sua residência. O corpo foi removido do IML e velado na Rua Maria das Graças Seixas Aquino, n°1995, B. Alberto Silva. O sepultamento ocorreu às 07h 30min de hoje (17.09.2026) no cemitério da Fraternidade.
2. AGOSTINHO CORDEIRO, 71 anos de idade, falecido às 12h 41min do dia (16.09.2026) no Hospital Dirceu Arcoverde em Parnaíba-PI. O corpo foi removido direto para o cemitério da Fraternidade.
3. ANTÔNIO BERNARDO DO RÊGO, 98 anos de idade, falecido às 15h 20min do dia (16.09.2026) em sua residência no Povoado Angico Branco, zona rural de Joaquim Pires- PI, onde está sendo velado. O sepultamento ocorrerá às 17h de hoje (17.09.2026) no cemitério do Coqueiro.
4. MARILZA JUSTO PEREIRA SOUSA, 63 anos de idade, falecida às 18h do dia (18.09.2026) no Hospital Lucas Veras em Tutóia-MA. O corpo foi velado na Rua Zé Doca, s/n, Porto de Areia. O sepultamento ocorreu às 08h de hoje (17.09.2026) no cemitério da cidade.
5. MANOEL NASCIMENTO DE ASSIS, 89 anos de idade, falecido às 20h 50min do dia (16.09.2026) no Hospital Dirceu Arcoverde em Parnaíba-PI. O corpo está sendo velado na Rua Francisca Sousa, n°990, Bairro João XXIII. O sepultamento será realizado no cemitério do Povoado Baixa da Pedra, zona rural de Luís Correia-PI, saída de Parnaíba às 15h.
6. IVONETE FRANCO ARAGÃO, 85 anos de idade, falecida às 23h 35min do dia (16.09.2026) no Hospital Nossa Senhora de Fátima em Parnaíba-PI. O corpo está sendo velado na Rua Melvin Jones, n°952, Bairro Pindorama. O sepultamento ocorrerá às 16h de hoje (17.09.2026) no cemitério São Sebastião.
7. ISMAEL CARDOSO VIEIRA, 38 anos de idade, falecido às 00h 28min de hoje (17.09.2026) no Hospital Nossa Senhora de Fátima em Parnaíba-PI. O corpo está sendo velado na Rua Santana, n°2730, Bairro Dirceu Arcoverde em Parnaíba-PI. O sepultamento ocorrerá às 17h de hoje (17.09.2026) no cemitério da Fraternidade.
8. FRANCISCA NASCIMENTO GALENO, 84 anos de idade, falecida às 05h de hoje (17.09.2026) em sua residência no Povoado Carapebas, s/n, zona rural de Luís Correia- PI, onde está sendo velada.
A PAX UNIÃO, em nome das famílias enlutadas, agradece a todos que comparecerem a este ato de fé e piedade cristã.

Informou a Pax União.
Parnaíba – PI, 17 de setembro de 2026.
De acordo com a moradora, o acúmulo de lixo e outros resíduos tem causado transtornos aos moradores da região. Ela afirma ainda que a situação estaria sendo agravada pela falta de manutenção e limpeza adequada por parte do próprio serviço público.
Dessa vez, o professor Charles da Silveira destacou o compromisso do deputado na busca pela transformação da cidade.
João Pádua falou sobre a articulação política que produz resultados em todo o Estado.
Charles era um dos mais próximos colaboradores do ex-prefeito Firmino Filho e foi presidente da Fundação Municipal de Saúde no início da gestão atual de Sílvio Mendes (UB).
Já João Pádua é também ex-secretário de Firmino Filho e atual superintendente da SDU Leste.
O suplente de vereador de Teresina e atual diretor da Assembleia Legislativa, Evandro Hidd, do PDT, participou do encontro. Ele também era muito ligado a Firmino.
Severo ampliou muito seu leque de apoios na cidade nesta campanha de reeleição.

Cerca de 700 quilos de drogas foram destruídos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (16/09), em Parnaíba (PI). O material havia sido apreendido em diferentes ações policiais realizadas na região.
Segundo a Polícia Civil, o volume incinerado representa um prejuízo estimado em 60 milhões de reais para o tráfico de drogas. A destruição ocorreu após os procedimentos legais relacionados às apreensões.
A incineração foi acompanhada por representantes da Vigilância Sanitária, do Ministério Público e da Perícia Criminal, além de equipes da Polícia Civil. O acompanhamento teve o objetivo de garantir que o procedimento seguisse as exigências previstas em lei.


A ação envolveu as duas Divisões de Repressão e Combate ao Tráfico de Drogas de Parnaíba e faz parte dos procedimentos adotados após as apreensões de entorpecentes.(Daniel Santos)
O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta hospitalar na manhã desta quarta-feira (16), após três dias internado em São Luís, no Maranhão, para tratar uma pneumonia. Segundo boletim médico do UDI Hospital, da Rede D’Or São Luiz, ele continuará o tratamento com acompanhamento ambulatorial e cuidados em casa.
Sarney foi hospitalizado na tarde de domingo (13). De acordo com o boletim divulgado na segunda-feira (14), o ex-presidente apresentava “evolução clínica favorável” e permanecia em tratamento, ainda sem previsão de alta.
Foto:
Marcelo Camargo/Agência Brasil
No primeiro comunicado médico, o hospital informou que Sarney
estava clinicamente estável, com a pressão arterial controlada, e recebia
antimicrobianos por via intravenosa.
Nascido em Pinheiro (MA), Sarney completou 96 anos em abril.
Filiado ao MDB, ele foi eleito vice-presidente na chapa de Tancredo Neves em
1985 e assumiu a Presidência após a morte do titular, antes da posse.
Durante o governo, entre 1985 e 1990, foram adotadas medidas para
tentar conter a hiperinflação, além da promulgação da Constituição de 1988 e do
lançamento de planos econômicos, como o Cruzado. Após deixar a Presidência,
Sarney foi eleito três vezes consecutivas senador pelo Amapá e presidiu o
Senado em três ocasiões.
O aplicativo permite acessar o título de eleitor digital, consultar o local de votação e conferir a zona e a seção eleitoral
Por isso, é necessário realizar o primeiro acesso e concluir a validação das informações para evitar sobrecarga do sistema, já que é esperado muitos acessos antes da votação.
O e-título está disponível de forma gratuita tanto para IOS quanto para Android em lojas de aplicativos. Lembrando que o download e o primeiro acesso são interrompidos no dia da eleição, permitindo que o sistema funcione de forma mais estável para quem já ativou o aplicativo.
O aplicativo permite que você consiga votar através do título eleitoral digital. O eleitor deve apresentar o e-Título diretamente na tela do celular ou tablet, mas capturas de tela não são permitidas.
Quem não tiver fotografia no e-Título deverá apresentar também um documento oficial de identificação com foto.
O e-Título também permite consultar o local de votação. Antes da eleição, o eleitor pode acessar o aplicativo para conferir a zona e a seção eleitoral e verificar as informações atualizadas.
O aplicativo utiliza validação facial. Por isso, é importante concluir o primeiro acesso com antecedência e conferir os dados antes do dia da votação.

Ricardo Veras concede entrevistas e reafirma estar preparado para representar os parnaibanos na ALEPI
O ex-vereador Ricardo Veras compareceu ontem(15) a alguns meios de comunicação de Parnaíba para falar de sua trajetória política e sua caminhada atual, como candidato a deputado estadual pelo PSD. Ele tem bagagem para tal, considerando seus três mandatos de vereador. “Sou um homem de coragem e estou disputando a sexta eleição em Parnaíba, desta feita buscando representar toda a popução do Piauí. Temos demonstrado desprendimento ao longo dessa trajetória. Na ultima eleição deixei de ser candidato a reeleição de vereador e fomos para um desafio numa eleição majoritaria que, naquele momento, infelizmente, não foi bem entendida pelo eleitor”, diz.
Ele destacou haver aceito o desafio de ser candidato a deputado estadual por entender que Parnaíba merece e precisa fortalecer sua bancada na Assembleia, com gente daqui, da planície litorânea. “Temos cerca de 118 mil eleitores,desses, em torno de 105 mil votos válidos que daria para eleger 3 a 4 deputados estaduais da região. Por isso coloquei meu para ser avaliado pelos piauienses, para ser mais uma voz a defender os intereses da população.

SÓ PERDEMOS
Ele lembrou que Parnaíba já perdeu vários recursos e muitos investimentos por falta de uma voz firme, ativa, na Assembleia. Por exemplo, “chegamos a nos envergonhar, em 2015, quando perdemos a Academia de Polícia (implantada pelo ex- governador parnaibano Mão Santa), onde formávamos policiais e, por falta de uma voz firme em Teresina, junto aos governantes, perdemos aquele espaço”.
Ricardo também prometeu lutar para que os servidores estaduais possam voltar a contar com uma sede de representação do IASPI, o antigo Iapep. “Hoje só temos uma deputada que é legitimamente daqui, de Parnaíba. E Parnaíba sofre muito com isso. Quero ser essa voz que vai lutar para fazer funcionar novamente a sede local do IASPI”. Ricardo também disse pretender criar em Parnaíba a Casa do Autista, que é uma grande carência no município. Ele reclamou ainda dos representantes da planície litorânea, que é pequena, o que faz com que muitos candidatos de fora aqui venham garimpar votos.
“IDIOTICE DEFENDER QUE PARNAIBANO SÓ VOTE EM PARNAIBANO”
“Na hora de virem os beneficos para os municípios a prioridade desses candidato de fora é a cidade deles. E eu lembro que um desses candidatos (Fábio Xavier) afirmou ser IDIOTICE o parnaibano defender que parnaibano só possa votar em Parnaibano. Nós tempos nomes bons, candidatos preparados, que possam nos representar”, pontua Ricardo, lamentando também que muitos deputados prefiram priorizar festas na hora de direcionar suas emendas parlamentares.”Gastam fortunas que se vão em poucas horas, enquanto a polpulação carece de muitos investimentos que não durem apenas uma noite de entretenimento”.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 45% das intenções de voto contra 44% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno para a Presidência da República, segundo pesquisa nacional do instituto DataTrends divulgada nesta quarta-feira (16). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,19 pontos, caracterizando empate técnico.
Nesse cenário, 8% dos entrevistados declararam voto branco ou
nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam.
Foto:
Edilson Rodrigues/Agência Senado e Paulo Pinto/Agência Brasil
Flávio Bolsonaro e Lula
Na divisão regional, Flávio aparece à frente de Lula no Sudeste,
com 52,3% contra 35,4%; no Sul, com 51,7% contra 37,9%; no Centro-Oeste, com
57,9% contra 26,4%; e no Norte, com 46,6% contra 42,5%. No Nordeste, Lula
registra 65,9% das intenções de voto.
O levantamento também aponta diferenças de acordo com escolaridade
e renda. Flávio registra 51,9% entre eleitores com ensino superior e apresenta
índices maiores entre aqueles com renda acima de dois salários mínimos. Lula
concentra percentuais mais elevados entre eleitores de menor escolaridade e
renda de até dois salários mínimos.
Na simulação de primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções
de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Augusto Cury (Avante) tem 6%,
Renan Santos (Missão), 4%, e Ronaldo Caiado (PSD), 3%.
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores com 16 anos ou mais entre os dias
12 e 14 de setembro, por meio de entrevistas telefônicas automatizadas, nas 27
unidades da Federação. O levantamento tem margem de erro de 2,19 pontos
percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08691/2026.
A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15) foi um ringue a céu aberto de bravatas (quase em todos os casos) bem arrumadas. O mérito da questão, que seria a votação de uma investigação dos envolvimentos de Alexandre de Moraes no escândalo do Banco Master, foi colocado no canto da sala, enquanto os ministros traziam tudo menos o assunto à tona. Enquanto o presidente do STF, Edson Fachin, assistia.
Gostando ou não, admitindo ou tentando disfarçar sob a liturgia do plenário, a sessão no Supremo Tribunal Federal expôs para o país uma realidade incômoda: o STF hoje atua dividido em dois grupos bem delimitados. De um lado, ministros alinhados à narrativa de Alexandre de Moraes e do outro, a ala alinhada a André Mendonça.
Em uma transmissão ao vivo, em pleno período eleitoral e sob o olhar atento de uma sociedade já desconfiada das instituições, o tribunal entregou ao público uma imagem de fratura interna, que culminou em um impasse de 4 a 4 antes do encerramento sem desfecho.
Presidência contida e o contraponto da oratória
Se o momento exigia uma condução firme e capaz de pacificar os ânimos de uma crise institucional, a atuação do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, acabou ficando aquém do necessário. Historicamente reservado e comedido, Fachin manteve seu perfil discreto, mas, no comando dos trabalhos, essa postura soou como apagamento. O presidente acabou, em diversos momentos, atropelado pelas interrupções e pela condução paralela de seus pares.
O maior contraste nessa dinâmica esteve na postura do ministro Flávio Dino. Com a facilidade para transitar entre a reflexão acadêmica e tiradas mais descontraídas, Dino assumiu na prática o ritmo da sessão, do começo ao fim. O ponto delicado é que, em meio a uma das crises mais graves da história recente do tribunal, o tom excessivamente informal e, de novo, atropelando o rito e o presidente da Corte, nem sempre é bem absorvido por quem assiste do outro lado da tela.
Três movimentos que travaram o plenário
O recado de Cármen Lúcia e o placar do esvaziamento
Enquanto o plenário se consumia no embate direto, o comportamento da ministra Cármen Lúcia trouxe a mensagem mais emblemática do dia. Com intervenções pontuais, a ministra fez questão de falar não apenas aos colegas, mas de se reportar diretamente à sociedade brasileira. Seu silêncio prévio e sua postura contida funcionaram como um lembrete pedagógico sobre o papel de sobriedade e transparência que o cidadão espera do Supremo.
O placar empatado em 4 a 4 foi o reflexo matemático de uma Corte desfalcada e acuada por impedimentos:
Consequências futuras e o impacto no processo penal
Para além do embate político e do desgaste institucional imediato, as decisões que emergem dessa crise prometem reverberar para muito além dos gabinetes de Brasília. Conforme analisa o advogado especialista em Direito Penal, Wesllen Costa, o desfecho desse julgamento estabelecerá diretrizes jurídicas cruciais com impacto direto na atuação das forças policiais e na validade de processos criminais em todo o país:
“As próximas decisões do STF no 'Caso Moraes' têm um poder imenso: elas desenham o mapa do que a polícia e o Ministério Público podem ou não fazer na hora de colher provas. Embora os grandes holofotes estejam nos casos envolvendo autoridades com foro de prerrogativa de função (juízes e políticos, por exemplo), o impacto real dessa baliza jurisprudencial desce muito rápido para a vida real e para o dia a dia do processo penal comum. Na prática, as teses que serão fixadas no topo do Judiciário servirão como um 'manual de regras' para a produção probatória (e para a nulidade de eventuais provas). Se a polícia descumprir essas balizas ao, por exemplo, investigar um crime de lavagem de dinheiro, uma organização criminosa ou o tráfico de drogas, a prova nasce viciada", disse à coluna.
Uma sessão sem desfecho
A síntese do dia acabou vindo do próprio Flávio Dino ao definir a convocação daquela sessão como algo "desengonçado" e pouco alinhado aos ritos institucionais.
No fim, após os embates e o impasse inevitável provocado pela divisão exata dos oito ministros presentes, Dino pediu vista dos autos. O julgamento foi suspenso sem qualquer desfecho prático, deixando para a sociedade a incômoda percepção de um Supremo travado, fracionado e em desgaste contínuo de imagem.(Por Lívia Pessoa/cidadeverde.com)