18 de nov. de 2019

Manchas de óleo atingem ilhas no Delta do Parnaíba

Manchas de óleo atingem mais praias do Delta do Parnaíba — Foto: Reprodução/TV Clube
Mais praias que compõem o Delta do Parnaíba foram atingidas com as manchas de óleo neste sábado (16). Equipes da Marinha do Brasil e Corpo de Bombeiros, Secretaria de Meio Ambiente dos estados do Piauí e Maranhão e das prefeituras dos quatro municípios praianos iniciaram limpeza dos pontos afetados para evitar que os mangues sejam afetados.

Manchas de óleo avançam pelas ilhas do Delta do Parnaíba
Das 73 praias e ilhas do Delta do Parnaíba, sete foram confirmadas presenças de óleo: Ilha das Canárias, Ilhas dos Poldros, Praia de Caiçaras, Praia do Pontal, Ilha do Caju, Barra dos Melancieiras e Ilha do Passeio. O delta é único em mar aberto das Américas e a preocupação das autoridades é que o óleo chegue também aos rios da região.
Equipes iniciaram limpeza dos pontos afetados — Foto: Reprodução/TV Clube
"Foi feita uma fiscalização 15 dias atrás, na Barra do Meio, por trás da Ilha dos Poldros, e lá encontramos uma área de dois quilômetros de pequenos pontos de óleo. O material foi recolhido e entregue a Marinha. Agora fomos pegos de surpresa na madrugada de sexta com novas manchas em várias ilhas e praias do Delta", contou o técnico Robson Medeiros, da Secretaria de Turismo e Meio Ambiente de Araioses, no Maranhão.

Para o técnico Robson Medeiros, a presença de óleo nos mangues causaria um prejuízo imensurável a natureza e aos povos ribeirinhos, que vivem da coleta do caranguejo. Ele destacou que as manchas de óleo no Delta do Parnaíba podem chegar aos rios.
Manchas de óleo no Delta do Parnaíba — Foto: Reprodução/TV Clube
"Nada é descartado. Caso chegue aos rios prejudicaria o abastecimento de água em toda a região, além do turismo, porque a área teria que ser interditada", comentou.

Pescadores preocupados 
Preocupados, os pescadores temem que as manchas cheguem ao Rio Parnaíba e afete o abastecimento de água na região. Eles revelaram a falta de peixe após o surgimento do óleo no Delta do Parnaíba.
Pescadores estão preocupados com manchas de óleo no Delta do Parnaíba — Foto: Reprodução/TV Clube
"Foi um susto. É algo que a gente nunca viu por aqui. Vivemos disso, da pesca, e se o local for interditado não saberemos o que fazer", declarou o pescador Carlos Alberto Nascimento Sales, na Praia do Pontal.

"A mudança principal tem sido a falta de peixe. Minha preocupação é que as manchas cheguem aos mangues e o rio, porque vai afetar a água que a gente bebe", lamentou o pescador Francisco Soares.

Monitoramento
Marinha e Icmbio reforçam monitoramento no Delta do Parnaíba — Foto: Reprodução/TV Clube
Uma aeronave do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Icmbio) irá fazer um sobrevoo na tarde deste sábado (16) para identificar os pontos mais graves, que devem auxiliar as equipes de limpeza. A Marinha do Brasil informou que a estão sendo empregados meios navais, aeronavais e terrestres, além de militares, agentes de órgãos estaduais e municipais em ações de limpeza e coleta de vestígios de óleo nas praias da região.

"Vamos trabalhar pesado em todo o fim de semana. Estamos trabalhando em conjunto com a Marinha do Maranhão. Hoje já teremos uma aeronave sobrevando o litoral piauiense, com foco no Delta do Parnaíba. Além disso, vamos contar com um navio patrulha a partir deste domingo para reforçar o monitoramento na região", destacou o comandante da Capitania dos Portos do Piauí (CPPI), capitão de fragata Dante Duarte.
Imagem: Ribamar Aragão
O reaparecimento de manchas de óleo no Delta do Parnaíba foi confirmado na sexta-feira (15) pela Marinha do Brasil, sendo a primeira vez na área que pertence ao estado do Piauí. Outras cinco praias piauienses voltaram a ser atingidas pelo material desde quinta-feira (14) e uma delas segue imprópria para o banho.

Nota na íntegra Marinha do Brasil
"O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), formado pela Marinha do Brasil (MB), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), informa que, hoje (16), na região do Delta de Parnaíba-PI estão sendo empregados meios navais, aeronavais e terrestres, além de militares da MB, EB, agentes de órgãos estaduais e municipais em ações de limpeza e coleta de vestígios de óleo nas praias da região.
A partir de amanhã (17), o Navio-Patrulha (NPa) "Guanabara" reforçará as ações de busca e recolhimento de resíduos oleosos no mar. Desde o reaparecimento do óleo no litoral do Piauí, observado na última quinta-feira (14), foram recolhidas cerca de uma tonelada de resíduos de óleo. Equipes do Ibama e ICMBio realizam ações de acompanhamento e avaliação dos danos causados na região."
Por Catarina Costa e Edigar Neto, G1 PI | Edição: Klise Albuquerque | Jornal da Parnaíba

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Pré-pagos: linhas desatualizadas serão bloqueadas nesta segunda no Piauí


As linhas pré-pagas que estão desatualizadas no Piauí vão ser bloqueadas nesta segunda-feira (18). O alerta é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Além do Piauí, a medida vale para consumidores dos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul,  Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e São Paulo. Menos de 1% dos 91 milhões de celulares pré-pagos dessas regiões apresenta alguma pendência cadastral.
Esta é última fase da campanha de comunicação aos consumidores com cadastros desatualizados, realizada pelas prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo, dentro do Projeto Cadastro Pré-Pago, acompanhado pela Anatel. O objetivo da iniciativa é garantir uma base cadastral correta e atualizada, a fim de evitar a ocorrência de fraudes de subscrição (linhas associadas indevidamente a CPFs) e, dessa forma, ampliar a segurança dos consumidores.
Segunda e terceira etapas. Em 2020, serão iniciadas a segunda e a terceira etapas do Projeto Cadastro Pré-Pago. Além da disponibilização, prevista para o dia 6 de janeiro, de um Portal de Consulta de Linhas por CPF (em construção), serão realizadas outras medidas para melhoria dos procedimentos de habilitação de novos chips.
Como atualizar o cadastro. Quem tiver a linha pré-paga bloqueada poderá proceder à atualização dos dados cadastrais junto à sua prestadora por meio dos canais de atendimento disponíveis, como call center e espaço reservado ao consumidor na internet. Nesse contato, devem ser informados o nome completo e o endereço com o número do CEP. No caso de pessoa física, é necessário informar o número do CPF e, para pessoa jurídica, o CNPJ. Também poderão ser solicitadas informações adicionais de validação do cadastro.
Para garantir que o SMS de solicitação de recadastramento recebido foi, de fato, encaminhado pela prestadora contratada, o consumidor pode conferir os números utilizados pelas prestadoras para envio destas mensagens na página Cadastro Pré-Pago, no portal da Anatel na internet.
Fonte: Anatel

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Correia Lima envia carta ao governador solicitando aposentadoria


Governador Wellington Dias confirma o recebimento e diz que já mandou avaliar o pedido
Por Luiz Brandão 
Correia Lima cumpre pena em presídio de ParnaíbaFoto: Arquivo do Piauí Hoje
O ex-coronel José Viriato Correia Lima, 67 anos, enviou uma carta ao governador Wellington Dias solicitando que seja reconhecido seu direito a uma aposentadoria, pois teria contribuído tempo suficiente à previdência estadual para ter direito ao benefício.
A carta, escrita à mão, chegou ao governador recentemente, mas também já é de conhecimento de outras autoridades, como o capitão Fábio Abreu, secretário de Segurança, o comandante geral da Polícia Militar do Piauí, coronel Lindomar Castilho, e o coronel Carlos Augusto, deputado estadual e ex-comandante geral da PM.
Correia Lima registrou a carta nos Correios, com Aviso de Recebimento - AR, para ter garantia de que chegaria ao destinatário. Isso significa que ele foi orientado por advogado e demonstra a intenção de recorrer à Justiça para exigir o direito à aposentadoria, caso o Estado rejeite, administrativamente, a concessão do benefício solicitado.
O portal PiauiHoje.Com teve informações sobre trechos da carta, que até agora era mantida em sigilo. No documento, o Correia trata o governador com "humildade e educação" e alega querer se aposentar porque sua família passa necessidades desde que perdeu seus proventos.

Wellington Dias: caso está sendo avaliado
Rompendo o sigilo da carta, nossa reportagem procurou saber sobre o que foi decidido em relação ao pedido do ex-militar mas ninguém do governo quis falar. Porém, o próprio governador confirmou que recebeu a carta. "Ele pediu para ser tratado sobre aposentadoria. Já está sendo analisado o pedido", disse o governador Wellington Dias.
PRISÃO - O ex-coronel Correia Lima está preso desde 1999. Na época ele foi acusado de comandar o crime organizado no Piaui. Foi denunciado e condenado por vários crimes, principalmente homicídios, e recebeu penas que, somadas, passam de mais 117 anos prisão.
Durante esses mais de 20 anos que cumpre pena, o ex-coronel mantem-se fiel aos amigos que considera. Nos vários depoimentos que prestou às polícias e à Justiça ele nunca delatou nenhum e mantém guardados todos os segredos dos tempos em que era o "temido chefe do crime organizado no Piauí".
Atualmente ele está recolhido na Penitenciária Mista de Parnaíba, onde já teve o benefício de sair para trabalhar durante o dia e voltar para a cadeia à noite. Mas essa progressão de regime teria sido concedida ilegalmente por um juiz e, por isso, logo foi revogada pelo Tribunal de Justiça do Piauí.

Fonte:Piaui hoje

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17 de nov. de 2019

Pescadores pedem estado de emergência por conta do óleo no Delta do Parnaíba

O Movimento dos Percadores e Pescadoras Artesanais do Piauí (MPP-PI) quer a decretação de estado de emergência em saúde pública, por conta das manchas de óleo que estão aparecendo no Delta do Parnaíba. Em manifesto divulgado no sábado (16), os trabalhadores afirmam que há risco de vida aos cidadãos que moram ou visitam a região por causa da contaminação causada pelo óleo.
"É necessário decretar estado de emergência em saúde pública, conforme propôs a Fundação Oswaldo Cruz, para monitorar os níveis de contaminação do ambiente, dos pescados e das pessoas que têm tido contato direto com o óleo ou que continuam utilizando as praias para o lazer. As consequências serão de longo prazo para a saúde da população", diz o manifesto.
Os pescadores relatam ainda que várias espécies de mariscos podem estar contaminadas. “Não vai ficar pedra sobre pedra da biodiversidade, que é a sobrevivência dos pescadores dentro do berçário do Delta, com o que está acontecendo. Este petróleo contamina mariscos, caranguejos, ostras, camarões, siris, peixes e todo o ambiente. Não vai matar só os pescadores, mas também toda a população e o turismo", relata o documento.
O Movimento pede ainda que seja feita ajuda financeira aos pescadores afetados pelas manchas de óleo.
"São necessárias e urgentes medidas para apoio financeiro aos pescadores e pescadoras que estão, gradativamente, diminuindo sua renda tanto pela dificuldade de venda, como da impossibilidade de pescar pela contaminação dos locais de pesca. Seguro defeso não deve ser utilizado como instrumento para isso, pois diversas espécies impactadas não tem defeso, a exemplo do caranguejo, siri, ostras, mariscos e peixes de mar em geral", afirma o manifesto.
Neste domingo, autoridades ligadas ao meio ambiente, Marinha e Exército, se reuniram para traçar estratégias de como limpar o Delta do Parnaíba, afetado com as manchas de óleo que voltaram a aparecer no litoral do Piauí desde a última quinta-feira. Segundo informações da Marinha, repassadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), cerca de uma tonelada de óleo chegou ao único delta em mar aberto das américas.
Hérlon Moraes
herlonmoraes@cidadeverde.com

NIVER do Carlos da Praça é Nossa teve disputa na quadra

Fluminense e Vasco se encontraram para uma partida em comemoração ao aniversário do amigo José Carlos(Carlos da Galinha). A disputa foi entre os times de maior torcida do Bairro do Carmo. Eita p....!!!



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Em 78 dias, óleo avança e desafia investigação

Há 78 dias, o petróleo cru encontrado na costa brasileira ainda era chamado de "substância escura e oleosa". O que poderia parecer inicialmente um caso isolado se mostrou, contudo, uma das maiores tragédias ambientais do País, atingindo desde então quase 600 localidades do Nordeste e do Espírito Santo.
O óleo chegou a praias, ilhas, manguezais, rios e Áreas de Proteção Permanentes (APPs) em grandes manchas ou fragmentos. Em alguns lugares, foi encontrado mais de uma vez, inclusive em pontos que estavam praticamente limpos, como a Praia de Itapuama, uma das mais afetadas em Pernambuco.
Os casos mais recentes são de vestígios, menores ou do tamanho da palma da mão, mas também impactantes para as comunidades locais, como a capixaba Praia de Regência, atingida há quatro anos pela lama da barragem de Mariana. O encontro do óleo e da lama também se repetiu em Abrolhos, na Bahia, que reúne a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.
A retirada começa de forma improvisada, pela população local e até por turistas, e depois conta com diferentes esferas governamentais. Com o avanço do óleo por destinos turísticos do Nordeste, a gestão Jair Bolsonaro foi pressionada a intensificar a resposta. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, negou demora na reação ao desastre e o governo enviou militares às praias para ajudar na limpeza.
Em vários pontos, a maior parte da força-tarefa é de voluntários, muitas vezes sem equipamento adequado para evitar o contato direto com a substância. "Não era para voluntários terem contato com o resíduo nas praias. É só pegar o exemplo de outros países. Mas imagina o pescador, que tem no mar a fonte de renda, vendo que está chegando o piche", afirma Sidney Marcelino Leite, coordenador do movimento Salve Maracaípe.
Com a menor concentração de óleo em alguns Estados e o relato de contaminação ao contato com óleo, ONGs têm visto menos voluntários e até tentam emplacar convocações como "o óleo não acabou" e "cadê vocês?". "O grosso (do óleo) parou de chegar, as pessoas acham que está tudo bem e cai o número de voluntários. Ainda vem bastante gente no fim de semana. Agora, o processo é mais minucioso, como o de tirar das pedras", diz Leite.
Investigação
Até agora, a Polícia Federal não tem uma explicação definitiva sobre a origem e a causa do derramamento. Bolsonaro afirmou que o óleo tem "DNA da Venezuela", mas não há provas de que o país vizinho tenha relação direta com o vazamento, que teria começado em meados de julho até atingir, em agosto, o litoral do País.
Entre as hipóteses estão o derramamento por um navio que teria passado pela área ou, até mesmo, afundado. Segundo a PF, o navio grego Bouboulina é o principal suspeito, mas a empresa proprietária nega e especialistas têm questionado os indícios do governo. Outras questões seguem sem resposta, como o impacto no pescado. Embora o governo federal considere seguro o consumo, a pesquisa usada como base era inicial e teve anúncio contestado até por um dos cientistas responsáveis (por envolver produto da pesca industrial, minoria na região).
A maior parte dos esforços científicos vem de universidades federais, organizadas individualmente ou em rede do Norte ao Sul do Brasil. "O trabalho de pesquisadores e voluntários é desenvolvido em rede com outros Estados. Umas são formais, como as dos institutos, e outras informais", conta Jailson Bittencourt de Andrade, do Centro Interdisciplinar de Energia da Federal da Bahia (UFBA) e vice-presidente regional da Associação Brasileira de Ciências.
As pesquisas buscam soluções para questões emergenciais, mas devem se prolongar. "Os efeitos não vão cessar de imediato. É preciso alguns anos para investigar as consequências no ambiente e nos organismos", diz Emerson Soares, coordenador da força-tarefa da Federal de Alagoas (Ufal), que reúne 22 professores e cerca de 80 alunos de graduação e pós. Pesquisadores estimam que serão precisos de 10 a 20 anos para acabar com os efeitos nocivos do óleo.
Também são desconhecidos os efeitos no turismo. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis potiguar, não houve cancelamentos expressivos de reservas e o impacto deverá ser conhecido no início de dezembro, quando dados da ocupação hoteleira do último trimestre são tabulados.
Destino
No Sudeste, Estados e Prefeituras têm feito treinamentos diante da possível chegada do óleo. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), correntes marinhas podem levar o material até o norte fluminense, mas uma proteção natural dificulta a passagem ao sul de Cabo Frio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão Conteúdo 

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Sem turistas comerciantes sofrem com o drama do óleo que atingiu a Praia da Pedra do Sal

Imagens aéreas feitas na manhã de deste domingo (17), mostram a Praia da Pedra do Sal uma das praias do litoral do Piauí atingida pelo petróleo cru, totalmente vazia. Donos de bares que vive e depende do turismo lamentam a situação, em que eles viram os turistas sumirem. Apesar da Praia da Pedra do Sal ter sido pouco afetada pelo óleo, equipes da Prefeitura recolheram o pouco que apareceu, mas o trabalho não foi suficiente para atrair turistas no feriado prolongado. Segundo um comerciante o movimento caiu 80% em uma época em que a praia deveria estar lotada.

Por Gleitowney Miranda




W. Dias vai a Europa em busca de investimentos e Regina Sousa assume o Governo

O governador Wellington Dias fez a transmissão do cargo de Chefe do Poder Executivo à vice Regina Sousa, no aeroporto de Teresina, no final da manhã deste sábado (16) e embarcou para Europa para cumprir agenda na França, Itália e Alemanha, junto com os nove governadores que fazem o Consórcio Nordeste.
Ao assumir o governo, Regina Sousa que vai aliar as duas agendas e disse que a pauta dos Direitos Humanos será destaque. “Temos a Semana de Ativismo das Mulheres, a Semana da Consciência Negra”, diz.
A governadora em exercício também relatou sobre a questão do vazamento de óleo no litoral brasileiro. “Conversei com a Marinha. O óleo já chegou ao Delta e estarei informada sobre esse acidente ambiental. O Exército e Marinha estão na região, o Maranhão mandou reforços, pois a questão do óleo é muito é problema sério”, diz.



    Reprodução / Instagram
Antes do embarque, o governador disse estar otimista com a agenda na Europa. “Vamos apresentar as oportunidades de investimentos do Nordeste, que é pouco conhecido. No mundo, o Brasil é lembrado por São Paulo, Rio de Janeiro, então há necessidade de um conhecimento maior das outras regiões”, declara.
Na Europa, os governadores do Nordeste, com o apoio do Governo Federal, por meio do Itamaraty e as embaixadas, terão agenda com representantes oficiais de governos dos países agendados e também com setor empresarial.
Fonte: 180graus
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