15 de mai. de 2021

Narrativas como armas de guerra política e não Narrativas com armas...

Prof. Dr Geraldo Filho (UFDPar - 15/05/2021)

Observando os acontecimentos no Brasil que envolvem a pandemia do Covid-19, chama atenção o uso fácil por parte de políticos, jornalistas e professores universitários (que por dever de ofício deveriam ser mais criteriosos no uso dos conceitos) do substantivo feminino “narrativas”!

 

A aplicação descuidada do substantivo citado a tudo que tem a pretensão de explicar alguma coisa, seja um fato social ocorrido (político, econômico, religioso ou estético) ou um fenômeno natural, obedece a uma motivação ideológica (em regra de natureza política) que desloca o significado das palavras segundo os interesses de uma visão utópica de mundo; ou, por outro lado, decorre da ignorância em epistemologia das ciências, que se baseia em evidências empíricas, cujas premissas devem gerar conhecimento que procura reduzir ao mínimo possível incertezas ante ao fato ou fenômeno que se deseja investigar! Que fique claro, estou dizendo “reduzir ao mínimo” e não “totalmente”, dado que uma das premissas fundamentais da ciência é a complexidade do real, que sempre deixa margem para o inusitado e o imponderável!

 

No entanto, deixar margem para o que não foi previsto em um estudo cientifico não significa ser condescendente para com a validade de “qualquer discurso” proferido por alguém, ou por um grupo, sobre qualquer dimensão integrante do mundo ao redor! Ora, exatamente contra isto que a ciência ocidental se construiu a partir do começo da Idade Moderna, para tanto consolidando alguns procedimentos que se tornaram clássicos e que estão nas origens de cada “disciplina” cientifica que existe hoje, que são: observação, descrição, explicação (experimento: para os cientistas da natureza, os laboratórios; para os cientistas sociais, o “laboratório” da história, por isto é inconcebível um sociólogo que não conheça profundamente historia da evolução humana e das sociedades) e, se possível, generalização (comparação).

 

Porém, as consequências da 1ª e 2ª Guerras para a Alemanha e a França, dentre as quais o desencanto coletivo com as promessas de paz e prosperidade acalentadas pela rápida industrialização de seus países e modernização das cidades (sentimento consagrado pela expressão “Bela Época”; vale a pena assistir a série alemã “Babylon Berlin”!) atingiu as universidades alemãs e francesas, levando os professores de filosofia e ciências sociais a abraçarem uma espiral de irracionalidade cognitiva que ainda não se dissipou, fazendo com que renunciassem à procura do conhecimento cientifico com o máximo de objetividade possível e começassem a propagar o sofisma (uma verdade aparente, como: o céu é azul ou o mar termina na linha do horizonte!) de que qualquer discurso proferido sobre algo teria sua validade referendada por um suposto “regime de verdade”, que momentaneamente vigorasse em determinado contexto social. Marcava-se, assim, a ruptura com a tradição do espírito científico da Modernidade e dos seus critérios de legitimação!

 

Os protagonistas desse movimento ficaram conhecidos como “pós-modernos”, que elegeram como missão destruir a ciência tradicional do Ocidente, que segundo eles era burguesa e servia ao capitalismo, usando como estratégia relativizar e desqualificar suas teorias e métodos estabelecidos (ao contrario de aperfeiçoa-los), considerando que ela é somente uma (atenção agora!) “narrativa” possível sobre alguma coisa, tal qual uma “narrativa” religiosa (teológica), uma “narrativa” mitológica ou mesmo uma crendice popular (lendas e superstições)!

 

Como consequência, feria-se de morte a ciência que viabilizou todas as transformações tecnológicas que, tendo como ponto de partida as Revoluções Industriais na Inglaterra (sécs. XVIII/XIX), desenharam o mundo no qual se vive (da roupa que se veste às enormes cadeias empresariais de produção e distribuição que integram os mercados mundiais, garantindo a sobrevivência diária da população do planeta), pela simples razão de ela ter se forjado no contexto histórico da ascensão do empresariado capitalista industrial e financeiro (sendo ao mesmo tempo causa e efeito dele), que segundo eles, estabeleceu como resultado o seu “próprio regime de verdade”.

 

Ora, se isso fosse uma realidade factual, como “imaginavam e desejavam” esses professores (“filosofers”) alemães e franceses, a ciência que elevou a qualidade e a expectativa de vida de bilhões de humanos, que nasceram e morreram desde o século XIX, se veria reduzida e condicionada a um jogo de correlação de forças políticas que a depender do resultado provisório de quem vencesse definiria, a seu interesse ou prazer, o que deveria ser considerado “verdadeiro ou falso”, de acordo com o que fosse estipulado como o “regime de verdade” do vencedor. Mandava-se às favas os cânones dos procedimentos metodológicos da boa ciência e celebrava-se o reino das “narrativas” sem pé nem cabeça, no qual todo discurso sobre o mundo seria válido, pois que quem o profere (“narra”) é um sujeito a partir do seu próprio ponto de vista subjetivo! Contestar sua veracidade seria querer impor o “seu” ponto de vista ou do “seu” grupo com pretensões de dominação! Quanto a referencia aos fatos reais constituintes do mundo concreto, como base para a validação do conhecimento consistente, sai envergonhada e enxotada pelos portões das universidades!

 

Nas universidades brasileiras, por onde passam jornalistas e políticos, e onde o Complexo de Vira-Latas (Nelson Rodrigues) se manifesta pela bajulação jeca de tudo o que é feito na Alemanha e na França, sobretudo quando os autores têm nomes cuja pronuncia dá um ar de “descolado” ou “intelectual” a quem o faz, esse festival de tolices encontrou solo fértil para se propagar e hoje se assiste ou se lê nos telejornais, revistas ou sites o emprego de “narrativas” para se classificar qualquer coisa dita por alguém.

 

Como me filio à tradição da ciência sociológica pautada pelas evidências da empiria (por isso mesmo o domínio e o exercício de uma ciência é uma “disciplina”, exige, portanto, subordinação a um conjunto de regras, para se chegar a bom termo em um empreendimento de pesquisa), fui atrás do contexto histórico e semântico no qual se originou a ideia de que tudo se reduz às “narrativas” e “regimes de verdade”. Logo descobri que a banalização do uso do substantivo “narrativas”, que tem como objetivo relativizar as conquistas da ciência (um dos pilares da civilização ocidental, que nasceu no mundo greco-romano clássico) obedece a uma estratégia de poder política, forjada nas décadas posteriores a Revolução Comunista Russa de 1917, levada adiante pelos partidos comunistas e partidos aliados que se espalharam pelo mundo desde então.

 

Se hoje não existe mais a Pátria Mãe do socialismo/comunismo como um dia foi a URRS, nada impede que os saudosos comunistas da atualidade (como os partidos de esquerda no Brasil) continuem a destilar o veneno de suas ideias criminosas, inspirados no passado stalinista ou maoista, mesmo que, quando interpelados sobre os mais de 20 milhões de mortos em tempos de paz de Stalin e os 70 milhões de Mao (resultado da implantação, à força das armas, do socialismo na União Soviética e na China) jurem, candidamente, que estas experiências de engenharia social utópicas ficaram enterradas no passado, como um velho professor universitário comunista teve a coragem hipócrita de jurar para mim, como se eu, depois de anos de combate intelectual contra eles, não soubesse que uma das principais armas do militante esquerdista é dissimular suas intenções e mentir desavergonhadamente! Por isso os movimentos comunistas são um celeiro de psicopatas, exímios mestres na arte da manipulação!

 

Com efeito, o substantivo “narrativas” sofreu um deslocamento do significado original para poder ser aplicado a qualquer discurso e assim desqualificar a honesta busca objetiva da verdade dos fatos, por mais árduo e difícil que seja este exercício heurístico (pesquisa). Consultando um dos dicionários afamados da língua portuguesa falada no Brasil, o Aurélio Buarque de Holanda, o substantivo “narrativa” significa: “Exposição oral ou escrita de um fato; conto, história.” Note-se que não há relação com o tipo de discurso mediante o qual se faz um comunicado científico de base empírica, que necessariamente deve ser orientado e enquadrado pelo vinculo rigoroso aos fatos constatados que o produziram.

 

Por conseguinte, o discurso científico não pode ser considerado uma “narrativa”, se o for não é ciência (e esse é o objetivo dos seus detratores “pós-modernos”, ao classificá-la como ciência burguesa a serviço do capitalismo), pois esta obriga a sustentação do discurso na realidade fática.

 

Prosseguindo na procura do contexto semântico no qual o significante “narrativas” sofreu uma torção no significado original, descobri como Josef Stalin (1878-1953) e Mao Tse-tung (1893-1976), os dois maiores líderes da história comunista (pois por décadas comandaram países importantes, com impacto geopolítico no séc. XX), lidavam com a verdade dos fatos e sua implicação ética-moral.

 

De acordo com a grande historiadora chinesa Jung Chang (p 26, 2020), no livro “Mao: a história desconhecida”, em escritos da juventude sobre filosofia, por volta dos 24 anos, em 1917, Mao deixou transparecer traços constitutivos do seu próprio caráter, que segundo ela, permaneceram consistentes pelas seis décadas de sua vida e inspiraram seu modo de governar: “Não concordo com a idéia de que, para ser moral, o motivo de nossa ação deve ser beneficiar os outros. A moralidade não tem de ser definida em relação aos outros [...] As pessoas como eu querem [...] satisfazer plenamente o próprio coração, e, ao fazer isso, temos automaticamente o mais valioso dos códigos morais. Claro que existem pessoas e objetos no mundo, mas eles estão todos lá apenas para mim”. (...) “Sou responsável somente pela realidade que conheço e absolutamente não responsável por qualquer outra coisa. Não sei do passado, não sei do futuro. Eles não têm nada a ver com a realidade do meu próprio eu”. (...) “Alguns dizem que temos responsabilidade perante a História. Não creio nisso. Estou preocupado apenas com meu desenvolvimento [...] Tenho meu desejo e ajo de acordo com ele. Não sou responsável perante ninguém”. (p. 26-27, 2020)

 

Para Jung Chang, como consciência sempre implica alguma preocupação com as outras pessoas Mao simplesmente rejeitou o conceito: “Não penso que esses mandamentos [como ‘não matarás’, ‘não roubarás’ e ‘não caluniarás’] têm a ver com consciência. Penso que eles são produtos apenas do interesse próprio e da autopreservação. Todas as considerações devem ser puro cálculo para si mesmo e de forma alguma deve obedecer a códigos éticos externos, ou para os assim chamados sentimentos de responsabilidade”. (p. 27, 2020)

 

A historiadora chinesa resumiu o caráter de Mao, o que permite inferir que para ele e seus adeptos ética e verdade dependem, sobretudo, dos objetivos pessoais que se almeja alcançar em qualquer quadra da vida. Segundo ela: “A atitude de Mao em relação à moralidade tinha um centro, o eu acima de tudo”. (...) “Mao evitava todas as restrições que provinham da responsabilidade e do dever [...] Ele rejeitava explicitamente qualquer responsabilidade em relação a gerações futuras”. (...) “Egoísmo absoluto e irresponsabilidade estavam no cerne da visão de Mao”. (p. 26-27, 2020)

 

Para Josef Stalin e seus camaradas bolcheviques, cuja biografia definitiva, creio, foi escrita pelo historiador inglês Simon Sebag Montefiore, após anos de pesquisa nos arquivos abertos da antiga URSS após sua dissolução em 1991, que resultou em “Stalin: a corte do Czar Vermelho” (2017), o trato com a verdade e a ética-moral também deveria se pautar por interesses estritamente ideológicos, que se encontravam coligidos na tradição literária política inaugurada por Marx, Engels e depois Wladimir Lênin. Stalin e seguidores eram seus fieis depositários.

 

Em 1952, Stalin deflagrou mais uma onda de terror contra a elite comunista atrás de traidores, dessa vez contra os médicos, o que ficou conhecido como o Complô dos Médicos. O real objetivo era eliminar os médicos da alta cúpula soviética que por décadas cuidaram dos “magnatas” do partido (como eram chamados!) e, que, portanto, sabiam demais sobre crimes cometidos, alguns, inclusive, com participação ativa deles como executores ou como acobertamento de laudos. Questionado por um dos chefes da Polícia Secreta sobre a validade das acusações, Stalin respondeu: “Nós mesmos seremos capazes de determinar o que é e o que não é verdade”. (p. 690, 2017)

 

Sebag Motefiore se interroga se Stalin acreditava mesmo nisso, e responde: “Sim, de forma apaixonada, porque era uma necessidade política, o que era melhor do que a mera verdade”. (p. 690, 2017)

 

A aplicação literal da completa amoralidade de Stalin ficou cristalizada na fala de um dos principais assessores, Lauvrenti Béria: “Quando nós, bolcheviques, queremos fazer algo, fechamos os olhos para todo o resto”. (p. 72, 2017) Não há espaço para considerações ético-morais que possam engendrar duvidas e hesitações.

 

Não surpreende o remorso devastador revelado pelas memórias de um militante que participou das campanhas violentas de coletivização forçada dos campos da Rússia e da Ucrânia: “Participei pessoalmente disso, percorrendo o campo, procurando os grãos escondidos [...]. Esvaziei os baús de armazenagem dos velhos, fechei meus ouvidos ao choro das crianças e aos gemidos das mulheres [...]. Estava convencido de que realizava a grande e necessária transformação do campo”. (p. 72. 2017)

 

Bem, parece que fica claro o contexto histórico no qual se originou a prática de deslocamento do significado verdadeiro das palavras de acordo com interesses ideológicos: a ascensão do comunismo mundial, com a Revolução Russa (1917) e Chinesa (1949).

 

Portanto, não é de estranhar quando, no Brasil de agora, palavras como “genocida” sofram um deslocamento proposital de significado para ser utilizada como arma política de partidos de esquerda, cujas raízes são stalinistas e maoistas! Socorrendo-me, mais uma vez, do bom e velho “Aurélio”, tem-se que “genocida” significa: “Aquele que tenta, ou destrói, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, ou religioso; cometendo crime contra a humanidade”. Busquei ainda o reforço do Google, e no Dicionário Online de Português, “genocida” é: “Pessoa que cometeu genocídio; quem deliberadamente ordenou o extermínio de um grande número de pessoas, de todo um grupo étnico ou religioso, de um povo, uma cultura ou uma civilização”.

 

Portanto, amigos leitores, classificar qualquer presidente ou primeiro-ministro dos diversos países que enfrentam a pandemia do Covid-19 como “genocida” é agir consciente (como militante) ou ingenuamente (por ignorância) no âmbito dessa tradição política que não respeita o significado semântico original das palavras e das realidades factuais constitutivas dos contextos históricos, propositadamente as distorcendo, sem nenhum pudor ético-moral, para que atendam aos seus planos de conquista do poder. Empiricamente, desafio: apontem um chefe de estado ou chefe de governo cujas ações, no enfrentamento deste vírus, se enquadrem nas definições de “genocida” constantes dos dicionários citados!

 

É evidente que o número de vítimas da pandemia assusta! Mas, infelizmente, é isto que também caracteriza uma pandemia. Aqui, a ciência da linguística nos auxilia a combater a demagogia política e a manipulação ideológica, ao esclarecer a confusão intencional do uso das palavras.

BLOG DO PESSOA COM A GUARDA MUNICIPAL DE TUTÓIA

 








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Parabéns papai Roberto!

Adolescente pula de ponte durante abordagem policial em Parnaíba

 

Um adolescente de iniciais F. de O. M., de idade não informada, pulou da ponte Simplício Mendes sobre o Rio Igaraçu, em Parnaíba, Litoral do Piauí, durante uma abordagem policial, na noite de quinta-feira (13). De acordo com a Polícia Militar (PM), alguns jovens estavam em atitude suspeita sobre a ponte e, quando a equipe se aproximou, alguns deles conseguiram fugir.
Com o adolescente a PM encontrou uma arma de fogo de fabricação caseira. — Foto: PM/PI
Segundo a polícia, o adolescente foi um dos que fugiu quando os policiais se aproximaram, saltando no rio. As buscas pelo menor iniciaram logo em seguida e ele foi localizado ainda na noite de quinta.
Com ele, a PM encontrou uma arma de fabricação caseira carregada com pólvora, uma pedra de crack e dois cigarros de maconha.

Fonte: G1/PI

Brasil aplicou 57 milhões de doses e segue vacinando mais que o dobro da média mundial


O Brasil superou nesta sexta a marca de 57 milhões de vacinas contra a covid aplicadas na população em 118 dias de campanha e se consolida como quarto país que mais vacinou no planeta, atrás de China, Estados Unidos e Índia. Foram aplicadas 38,2 milhões de primeiras doses, 18,2% da população, e cerca de 19 milhões de pessoas, 9% da população, que receberam a segunda dose e são consideradas imunizadas contra covid. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Rico, influente e grande produtor de vacinas, os EUA haviam imunizado, aplicado duas doses, 22,5% após 118 dias de vacinação. Nós temos 9%.

Com 18,2% dos habitantes recebendo ao menos uma dose, o Brasil está vacinando mais que o dobro da média mundial, atualmente em 8,8%.

A média diária de doses aplicadas foi de 138,9 mil em janeiro, 227,9 mil em fevereiro, 463,6 mil em março e 822,1 mil doses diárias em abril.

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Câmara de Parnaíba deverá ganhar mais duas Comissões


Na manhã desta sexta-feira (14), aconteceu mais uma reunião virtual com membros da Comissão Revisora da Câmara Municipal de Parnaíba (CMP). Se fizeram presentes o presidente da CMP, Carlson Pessoa (DEM), o presidente da Comissão Revisora, André Neves (Republicanos), o membro Daniel Jackson (Solidariedade) e os assessores técnicos, Marcos Venício e Paulo Moraes.

De acordo com André Neves, entre outras deliberações, ficou decidido que será proposto o aumento do número de Comissões, que deverá passar de nove para dez, já que a Comissão de Ética terá outra localização no quadro, bem como o aumento da quantidade de parlamentares por Comissão. O prazo do parecer das comissões e do recebimento de projetos em caráter de urgência ou não também foi discutido.

“Estas questões já ficaram praticamente definidas e marcamos uma nova reunião para a próxima sexta-feira (21), quando devemos avançar ainda mais”, pontuou André.

Carlson Pessoa afirmou que até o final deste ano o novo Regimento Interno e a Lei Orgânica serão entregues.


Ascom / CMP

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Existem diversos motivos para eles amarem as caixas, porém a principal é que quando os felinos precisam escapar de alguma situação, correm para as caixas. Isso acontece pois todos os animais possuem diferentes mecanismos de enfrentamento, e, no caso dos felinos, quando se sentem estressados ou sobrecarregados, fogem para cantos reservados e escondidos. Essa mesma estratégia é usada quando eles optam por ir a lugares altos.

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Fonte: Blog Petz


Entre os motivos do porque cachorro ronca, podemos citar:

*Alergias

*Gripes e resfriados

*Obesidade

*Tumores nasais

Outros diversos fatores podem estar associadas ao ronco, como disfunções da glândula tireoide. Além de cachorro roncando ao respirar, fique atento também a outros sintomas, como secreções, fraqueza, falta de apetite, etc.

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Fonte: Petz.com.br

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Usuários do IAPEP estão sem acesso a exames em Parnaíba


Os servidores do estado do Piauí, usuários do IAPEP/IASPI não estão conseguindo fazer exames de imagens em Parnaíba e região tendo fazer particular ou se deslocar à capital Teresina. Atualmente na cidade poucos médicos atendem pelo IAPEP e apenas exames laboratoriais são possíveis. 

Contribuindo com os servidores do estado na região da planície litorânea o Ambulatório de Especialidades Médicas do Hospital e Maternidade Marques Basto iniciou o processo de credenciamento de médicos e do centro de imagens junto ao IASPI (Instituto de Assistência e Previdência Privada do Estado do Piauí) para o atendimento pelo IAPEP/IASPI. Atualmente 5 especialidades médicas aceitam o plano do servidor, mas ainda não é possível a realização de exames e a ampliação de especialidades devido a dificuldade junto ao IASPI no processo de credenciamento. 

“Estamos em constante contato com o IASPI, mas ainda não conseguimos resolver a situação do credenciamento de novas especialidades e do Centro de imagens. Os usuários do plano ainda estão sem poder fazer exames de imagens por conta dessa falta do credenciamento que não foi liberado pelo IASPI”, explicou Simony Cardoso, gerente do ambulatório. 

Os usuários do plano IAPEP/IASPI reclamam da situação na cidade. “Estamos em uma pandemia, dificuldade financeira, tudo caro e ter que pagar um plano e ainda pagar por exame não dá. Pior é se colocar em risco de pegar esse vírus tendo que viajar para Teresina para fazer exame”, falou a servidora Ana Cardoso. 

De acordo com Simony o Hospital aguarda a liberação do credenciamento pelo IASPI tanto para exames de imagem como para a ampliação de especialidades médicas. 

VOCÊ CONHECE OS NOSSOS MÉDICOS?

O momento em que vivemos é delicado, mas o Hospital e Maternidade Marques Basto tem reunido esforços de toda a equipe para continuar realizando o atendimento em variados setores:

🔹 Atendimento clínico/ambulatorial;
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PAX UNIÃO INFORMA - NOTA DE FALECIMENTO

PAX UNIÃO - A      nas Horas Difícieis

A PAX UNIÃO, em nome das famílias enlutadas, cumpre o seu doloroso dever de comunicar o falecimento das seguintes pessoas:

1. CLAÚDIO BARBOSA MARQUES, 80 anos de idade, falecido dia (14.05.2021) no Hospital São Marcos em Teresina-PI. O corpo está sendo velado no Espaço Velatorio da Pax união em Teresina. O sepultamento será logo mais às 09 h no cemitério Jardim da Ressureição.

2. MARIA AMELIA VIEIRA, falecida dia (14.05.2021) No Hospital São Marcos em Teresina-PI. O corpo foi trasladado e está sendo velado no Povoado Boa Vista, S/N em Cocal dos Alves-PI. O sepultamento será logo mais às 17h no cemitério do Povoado.

A PAX UNIÃO, em nome das famílias enlutadas, agradece a todos que Comparecerem a este ato de fé e piedade cristã.

Floricultura Violeta

Informou a Pax União.

Parnaíba – PI, 15 de Maio de 2021.

Alepi: CCJ aprova a inclusão de jornalistas na prioridade para vacina contra a Covid-19


Serão contemplados pelo projeto apenas os profissionais que atuam nas redações, sobretudo aqueles que desempenham atividades relacionadas à cobertura da pandemia do novo coronavírus.

O projeto, de autoria do deputado Júlio Arcoverde (Progressistas), será encaminhado para Comissão de Educação, Cultura e Saúde (CECS), que também deverá emitir um parecer, e em seguida seguirá para votação no plenário da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). A proposta apresentada pelo parlamentar progressista considera que a atividade jornalística é essencial na pandemia.

“Prioridade na campanha de vacinação, no estado do Piauí, os jornalistas que não estejam em regime de trabalho home office”, armou o deputado Júlio Arcoverde. Para ter direito à vacinação, o profissional terá que comprovar o regime presencial de trabalho, inclusive a jornada diária, seja através do contrato de trabalho ou declaração do empregador.

Parnaíba

No litoral, o vereador e presidente da Câmara, Carlson Pessoa (DEM), teve aprovado em março deste ano uma matéria semelhante, a de N° 244/2021 “para que os trabalhadores da imprensa que estão atuando diretamente nas coberturas de linha de frente, sejam incluídos no grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19.

Alepi

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Vírus da Covid-19 pode ficar no pênis e causar impotência, diz estudo


Resquícios do vírus Sars-Cov-2 pode ficar no tecido peniano após a cura da infecção por COVID-19 por cerca de seis meses e causar disfunção erétil. A conclusão vem de um estudo  publicado recentemente pelo periódico “World Journal of Men's Health”, feito pela Universidade de Miami, nos Estados Unidos.

Outra academia que comprovou tal anomalia foi a Universidade de Roma, em março deste ano. A entidade trouxe estudos preliminares que comprovam a correlação.

Segundo o urologista do núcleo de medicina sexual do Hospital Sírio-Libanês e membro da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) Carlos Bautzer, o vírus causador da COVID-19 apresenta uma predileção pelo endotélio, que é o revestimento interno dos vasos sanguíneos. “Dessa maneira, acontecem diversos fenômenos vasculares relacionados com a doença, como trombose, isquemia (diminuição da passagem de sangue pelas artérias que levam o sangue ao coração) e dificuldade de trocas gasosas.”

“Para que a ereção ocorra, é necessário que o sangue chegue a estruturas penianas denominadas ‘corpos cavernosos’, que se inundam com uma quantidade maior de sangue após estímulos erógenos e ocorre um represamento desse sangue.Desta maneira, ocorre a ereção.

Para que aconteça uma dilatação destes vasos, chamadas artérias cavernosas, existe um estímulo de nervos que provocam a liberação de substância chamada ‘óxido nítrico’, produzida no endotélio dos vasos dentro dos corpos cavernosos, que promove a dilatação de vasos e o aumento do fluxo sanguíneo para dentro dos corpos cavernosos.”

No então estudo recém-publicado, os dois pacientes que desenvolveram disfunção erétil após a infecção por COVID-19 apresentaram uma quantidade menor de produção de óxido nítrico pelo endotélio nos corpos cavernosos, quando comparados com outros dois pacientes que tinham disfunção erétil por outro motivo. “Esta pode ser uma das explicações para que ocorra disfunção erétil após a infecção”, aponta o urologista.

Nos casos de alterações da função erétil após infecção de COVID-19, os pacientes devem ficar atentos a alguns sinais, a fim de reconhecer a impotência. “Redução das ereções matinais e noturnas, dificuldade em obter e manter ereções em atividades sexuais, aumento do grau de ansiedade e preocupação em ser capaz de manter ereção em atividades sexuais e redução do interesse sexual são alguns dos sintomas que podem ser indício de disfunção erétil em consequência da infecção pelo vírus”, afirma Carlos Bautzer.

Nesse cenário, o urologista recomenda que a ajuda especializada seja procurada o quanto antes, a fim de reduzir o efeito da falta de ereção no tecido cavernoso que pode levar a atrofia e fibrose, o que dificultará ainda mais a capacidade de reversão da dificuldade erétil. O tratamento, então, deve ser feito com medicações orais, como inibidores da fosfodiesterase tipo 5, para ajudar a manter o fluxo sanguíneo nos corpos cavernosos e evitar a fibrose dos tecidos cavernosos.

“Se estas medicações forem insuficientes, podem ser injetadas medicações vasodilatadoras diretamente nos corpos cavernosos para promover a dilatação dos vasos e levar a ereção. Além disso, se for diagnosticado hipogonadismo (falta de testosterona), pode ser realizada reposição, com cuidado para não ultrapassar os níveis de normalidade. Isso deve ser observado de perto, pois o excesso de testosterona pode levar ao aumento do hematócrito que pode aumentar os eventos trombo-embólicos, que já ocorrem na COVID-19”, afirma.

E depois do tratamento, é possível ter vida normal?

Segundo o urologista, a presença de limitações está relacionada ao grau de fibrose e cicatriz que podem ficar nos corpos cavernosos destes pacientes, bem como a presença ou não de alterações hormonais. “Se as medicações orais ou injetáveis nos corpos cavernosos não forem suficientes, uma prótese peniana poderá ser utilizada para que o paciente possa ter atividade sexual.”

*Com informações do Correio Brasiliense.

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